
Nos próximos tempos - os primeiros deste blog - a meu humor será inversamente proporcional às vitórias da Clinton. Do Clinton. De Clinton. Ou seja, do ser híbrido que, aparentemente, pode vir a ser a primeira "mulher" Presidente dos EUA. Aquela coisa que não é suficientemente mulher para arranjar um bom cabeleireiro, nem suficientemente homem para conseguir o que quer que seja sem o apelido do conjuge.
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